Desta forma, a IPOS propõe que o designado “distress”, traduzido como “sofrimento psicológico", seja considerado "6.º sinal vital, a ser avaliado em doentes oncológicos”. Como, na sua maioria, este tipo de sofrimento não é declarado pelo doente, “a não ser quando o seu nível de severidade é já muito elevado, nós queremos transformar isso como uma avaliação regular para que seja detetado precocemente". Assista à entrevista em vídeo.
Relativamente à realidade portuguesa, a responsável de Psico-Oncologia do Centro Clínico Champalimaud considera que as estruturas oncológicas nacionais proporcionam atualmente alguma forma de apoio nesta área, ” não é uma cobertura total, mas os doentes já podem ir beneficiando deste tipo de apoio” o que ainda falha é “um rastreio sistemático das necessidades psicossociais dos doentes”, muitas vezes só colmatadas quando o doente o requer.





