Segundo a presidente da ECCO e da ECC2015, "a voz do doente está cada vez mais presente nas sessões científicas e ajuda a alcançar uma compreensão essencial da doença oncológica que, por sua vez, vai permitir uma melhor aprendizagem sobre estas patologias e o desenvolvimento dos melhores tratamentos possíveis".
Também por isso, o intuito desta reunião é fazer a ponte entre a investigação básica e translacional e a prática clínica. Neste contexto, será reforçada a necessidade de promover o diálogo entre os investigadores da ciência básica e os investigadores clínicos, assim como entre os patologistas, os especialistas em imagem molecular e os médicos.
"Serão abordados temas de grande interesse para uma audiência multidisciplinar num conjunto de sessões com uma orientação clínica baseada na apresentação e discussão de casos reais", descreveu.
Por sua vez, os simpósios da indústria farmacêutica estarão focados nos novos desenvolvimentos em termos de investigação, tratamento e diagnóstico das doenças oncológicas. Já nos simpósios educacionais será revisto o estado-da-arte nos mais relevantes tópicos da Oncologia atual.
O programa do ECC inclui também uma área dedicada à política pública no que respeita ao controlo do cancro. “No sentido de preencher o vazio que existe entre a política e a ciência, o Fórum Oncopolicy aproveita o conhecimento e a experiência da comunidade oncológica para discutir e propor politicas positivas de desenvolvimento que favoreçam os interesses dos doentes”, adiantou a presidente do Congresso.
Prestes a bater o recorde do número de participantes e de abstracts submetidos, vai agora arrancar “a mais importante plataforma multidisciplinar da Oncologia Europeia”.





